No encontro que decorreu na sala de reuniões do Porto, as duas entidades acordaram criar uma equipa técnica conjunta (Porto/GMA) para, num horizonte de duas semanas, trabalharem na versão consensual do relatório trazendo a análise da vertente jurídico, técnico financeira que sirva de base para viabilizar o negócio. As partes preveem analisar todas as alternativas económica e financeira, para maior rentabilidade dos silos.A equipa técnica deverá trabalhar igualmente junto da Administração do Lobito e o Governo Provincial de Benguela para homologação da proposta a considerar, concernente ao local que deverá ser erguida a fábrica.As partes concordaram também em renegociar os termos do contrato. Participaram da reunião o PCA do Porto do Lobito, Celso Rosas, bem como administradores executivos, director do gabinete jurídico, director adjunto de infra-estruturas e o assessor jurídico. Da parte da GMA estiveram presentes Francisco Carvalho, Wissam Ners, Philipe Beor, Agostinho Melo e César Rasgado.
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GRANDES MOAGENS AVANÇAM COM FÁBRICA DE TRIGO NO LOBITO