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Aeroporto Internacional de Luanda - Ministério dos Transportes

Governo 28-01-2026
MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES MARCA ARRANQUE DO RAMAL FERROVIÁRIO LUENA–SAURIMO COM LANÇAMENTO DA PRIMEIRA PEDRA

Realizou-se hoje (27/01/2026) de manhã a cerimónia de lançamento da primeira pedra e a assinatura do auto de consignação da obra do Ramal Ferroviário Luena - Saurimo, que ligará as províncias do Moxico e da Lunda-Sul, no âmbito da expansão e modernização da rede ferroviária nacional. O acto contou com a presença do Ministro dos Transportes, Ricardo Viegas D’Abreu.

A empreitada foi atribuída a construtora Odebrecht Engenharia e Construção o, em consórcio com a Bento Pedroso Construções. O anuncio oficial da adjudicação o da construção do ramal ferroviário Luena–Saurimo a construtora brasileira Odebrecht foi feito em 27 de Março de 2023, por meio de um Despacho Presidencial n.º 55/23, no qual o Presidente da República de Angola autorizou a celebração do contrato de concepção e construção com o consorcio que inclui a Odebrecht e a Bento Pedroso Construções.

O projecto contempla a construção de uma linha férrea com 260 quilo metros de extensão, num prazo de execução de 60 meses. Inclui a edificação de 11 pontes, oito estações ferroviárias e dois cruzamentos estratégicos, prevendo a criação de cerca de 2.000 postos de trabalho directos, com impacto relevante na dinamização económica da região leste do país.

Na sua intervenção, o Ministro dos Transportes sublinhou “o caracter estruturante do projecto, afirmando que o Ramal Ferroviário Luena - Saurimo representa um passo decisivo na expansão da rede ferroviária nacional e na concretização de uma visão estratégica orientada para a integração territorial, o crescimento económico sustentável e o reforço da ligação logística nacional e regional”. O governante destacou ainda que “este investimento vai ser determinante para o desenvolvimento das províncias do Moxico e da Lunda-Sul, ao potenciar a circulação de pessoas e mercadorias e ao impulsionar a economia local”.

O Ministro salientou igualmente que este “e o primeiro investimento totalmente green field no sector ferroviário angolano em quase um século, depois de um longo período em que a prioridade incidiu sobre a reabilitação das linhas existentes, muitas delas afectadas pelos efeitos do conflito passado. Neste contexto, o Ramal Luena - Saurimo assume-se como um marco de modernização da infra-estrutura ferroviária e de confiança na capacidade de execução de projectos ferrovia rios complexos”.

O projecto insere-se no Plano de Desenvolvimento Nacional e no Plano Director do Sector dos Transportes, integrando-se numa estratégia mais ampla de interligação das principais linhas férreas do país. Esta visão contempla, numa fase subsequente, a ligação entre Malange, Kuito e Menongue, bem como futuras conexões internacionais a Zâmbia, a Namíbia e a República Democrática do Congo, posicionando Angola como uma plataforma logística estratégica na África Austral.

Do ponto de vista económico e social, a nova linha ferroviária permitira a redução significativa dos custos e tempos de transporte, apoiará directamente o Plano de Fomento a Produção de Cereais e contribuirá para o escoamento mais eficiente da produção agrícola e de produtos transformados. A infra-estrutura facilitara ainda o transporte de recursos minerais estratégicos, como cobre, cobalto e manganês, reforçando a ligação aos principais corredores logísticos e portuários do país, em particular ao Porto do Lobito.

O consórcio responsável pela execução da obra integra empresas com experiência comprovada na construção de infra-estruturas ferroviárias de grande envergadura, assegurando padrões elevados de qualidade técnica e de cumprimento dos prazos estabelecidos. Todos os estudos de engenharia, bem como as avaliações ambiental e social, encontram-se concluídos, tendo sido igualmente finalizadas as operações de desminagem ao longo de todo o corredor ferroviário.

O arranque do Ramal Ferroviário Luena–Saurimo constitui um passo decisivo na modernização do sector dos transportes terrestres, reforçando a integração logística, o crescimento económico sustentável e a criação de oportunidades concretas para milhares de trabalhadores e para as comunidades locais, ao mesmo tempo que consolida o papel do caminho-de-ferro como eixo estruturante do desenvolvimento de Angola.

Ministério dos Transportes. Luena, 27 de janeiro de 2026.

Fonte: Mintrans
Governo 22-01-2026
ANGOLA INICIA MONTAGEM DE AUTOCARROS COM PARCERIA VOLVO PARA REFORÇO DA MOBILIDADE URBANA

Luanda, 21 de Janeiro de 2026 – Para o Ministério dos Transportes, a inauguração da fábrica de montagem de veículos automóveis do Grupo OPAIA, na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, constitui um marco estruturante para a melhoria sustentável da mobilidade em Angola é para o reforço da capacidade produtiva nacional no sector dos transportes.

A nova e industrial, com enfoque na montagem de autocarros para transporte colectivo, bem como de veículos ligeiros e comerciais, representa o início efectivo da indústria automóvel em Angola. O projecto assume particular relevância para a mobilidade urbana e interurbana, ao criar capacidade interna para produzir meios de transporte colectivo de forma contínua, articulando mobilidade, industrialização, criação de emprego e soberania produtiva.

Segundo o Ministro dos Transportes, Ricardo Viegas D’Abreu, “a mobilidade não se resolve apenas com planeamento ou com a aquisição pontual de frotas; resolve-se com capacidade produtiva instalada no país, com continuidade de oferta e com uma cadeia de valor nacional que sustente essa capacidade ao longo do tempo”.

O governante sublinha que a instalação desta unidade industrial traduz “uma decisão estratégica de dotar o país de meios próprios para assegurar a mobilidade colectiva, reduzindo a dependência externa e criando bases sólidas para respostas estruturais as necessidades do sistema nacional de transportes”.

O projecto resulta de um investimento do empresariado nacional, através do Grupo OPAIA, e distingue-se pela associação a parceiros internacionais de referência na indústria automóvel, com destaque para a parceria com a Volvo na montagem de autocarros destinados ao transporte público e colectivo, bem como para acordos com fabricantes internacionais de veículos ligeiros e comerciais. Esta cooperação garante elevados padrões de qualidade, fiabilidade tecnológica e segurança operacional, assegurando que os autocarros produzidos localmente respondem as exigências do transporte urbano moderno, bem como soluções mais eficientes e ambientalmente
sustentáveis.

“Estamos perante um modelo equilibrado, que combina visão empresarial nacional, parcerias internacionais de reconhecida credibilidade e transferência gradual de conhecimento e tecnologia”, afirmou o Ministro dos Transportes, acrescentando que este percurso permitira evoluir progressivamente para maiores níveis de incorporação local de componentes.

Para além do impacto directo na melhoria da oferta de transporte público e colectivo (através do reforço e renovação das frotas de autocarros com produção local), este projecto terá efeitos significativos ao nível do emprego, da formação profissional e do desenvolvimento de competências técnicas e industriais, com a criação, numa primeira fase, de cerca de 1.500 postos de trabalho, maioritariamente ocupados por jovens angolanos.

O Ministério dos Transportes reafirma o seu compromisso com a implementação de políticas públicas que promovam soluções estruturais, duradouras e soberanas para a mobilidade, valorizando o que é produzido em Angola e incentivando a consolidação de uma base industrial nacional capaz de responder aos desafios do crescimento demográfico, da expansão urbana e da intensificação das deslocações diárias.

Ministério dos Transportes, Luanda 21 de janeiro de 2026

Fonte: Mintrans
Governo 22-01-2026
INAUGURADO A FÁBRICA DE MONTAGEM DE VEÍCULOS DO GRUPO OPAIA

Dia 20/01/2026 Angola deu um passo estrutural na construção de soluções duradouras para a mobilidade.

A inauguração da fábrica de montagem de veículos do Grupo OPAIA, na Zona Económica Especial Luanda-Bengo, pelo Ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, em representação de Sua Excelência o Presidente da República, marca o início efectivo da indústria automóvel no nosso país, com um impacto directo e concreto na mobilidade urbana e colectiva.

A montagem local de autocarros, em parceria com a Volvo – uma referência mundial em qualidade, segurança e fiabilidade – permite-nos reforçar e renovar as frotas de transporte público com produção nacional, garantindo continuidade de oferta, maior eficiência operacional e uma resposta sustentável ao crescimento das nossas cidades.

Este projecto demonstra que a mobilidade não se resolve apenas com planeamento ou aquisições pontuais. Resolve-se com capacidade produtiva instalada no país, com uma cadeia de valor nacional e com decisões estratégicas que reduzem a dependência externa e reforçam a soberania produtiva.

Nada disto teria sido possível sem uma cooperação interministerial efectiva, alinhada e orientada para resultados. Quando o Estado actua de forma concertada – criando condições, removendo bloqueios e acelerando processos – o investimento acontece, a indústria instala-se e o emprego é criado.

Enquanto titular da pasta dos Transportes, reafirmo o compromisso firme do Ministério com a implementação de políticas públicas que promovam soluções estruturais, duradouras e soberanas para a mobilidade em Angola. O nosso foco – como de resto ontem assinalei na minha intervenção – está na melhoria efectiva do transporte público, no reforço da capacidade produtiva nacional e na criação de condições para que projectos desta natureza tenham continuidade, escala e impacto real na vida dos cidadãos.

Quero destacar, igualmente, o papel do empresariado nacional. O Grupo OPAIA aceitou o desafio de investir com visão de longo prazo, associando-se a parceiros internacionais de renome e colocando a mobilidade colectiva no centro da sua estratégia industrial.

É assim que se constrói desenvolvimento: com visão, com decisão e com capacidade de fazer acontecer.

Fonte: linkedin/Ministro
Governo 18-12-2025
ANGOLA ASSINA, EM WASHINGTON, FINANCIAMENTO HISTÓRICO PARA O CORREDOR DO LOBITO

Washington, 17 de Dezembro – O Governo da República de Angola, através do Ministério dos Transportes, testemunhou hoje, em Washington, a assinatura de um acordo de financiamento no valor de 753 milhões de dólares norte-americanos para a modernização e reabilitação do Corredor do Lobito, um projeto estruturante para Angola, para a região da África Austral e para a conectividade económica global.

O financiamento foi assegurado pela US International Development Finance Corporation (DFC) e pelo Development Bank of Soúthern Africa (DBSA) a Lobito Atlantic Railway (LAR), concessionaria responsável pela exploração da linha ferroviária, numa operação que constitui a primeira transação entre Angola e a DFC e, simultaneamente, o maior financiamento alguma vez concedido pela DFC em África no sector.

O acordo destina-se a reabilitação e modernização de cerca de 1.300 quilómetros de linha férrea, ligando o Terminal Mineiro do Porto do Lobito a Luau, na fronteira com a República Democrática do Congo (RDC).

A operação inclui investimentos na via-férrea, oficinas, sistemas de sinalização e material circulante, reforçando significativamente a capacidade, eficiência e fiabilidade do corredor logístico. Para o Ministro dos Transportes, Ricardo Viegas D’Abreu, este momento representa um marco estratégico para o país e para o continente africano.

“Esta assinatura e um sinal claro de confiança internacional em Angola e na nossa capacidade de estruturar e executar projectos complexos, com rigor, transparência e padrões de governação de classe mundial”, sublinhou.

O Corredor do Lobito afirma-se como a rota de importação e exportação mais curta e directa entre a região mineira do Copperbelt, na RDC e na Zâmbia, e os mercados internacionais, através do Oceano Atlântico, desempenhando um papel central na diversificação e resiliência das cadeias de abastecimento globais. O projecto serve um portefólio diversificado de empresas mineiras, operadores logísticos e agentes económicos regionais, garantindo o escoamento de metais e minerais estratégicos para os mercados globais, através do porto de águas profundas do Lobito.

Paralelamente, assume uma função relevante como porta de entrada de importações, consolidando o corredor como um catalisador do crescimento económico nacional e regional.

Segundo o Ministro Ricardo Viegas D’Abreu, o impacto do projecto vai sentir-se muito para além da infra-estrutura ferroviária: “O Corredor do Lobito posiciona Angola como um pilar de estabilidade e integração regional, transformando o país numa plataforma logística e de exportação com relevância estratégica para as maiores economias mundiais.”

Num contexto global marcado pela necessidade de diversificação das cadeias logísticas e pelo reforço da resiliência económica, o Corredor do Lobito assume-se como um activo estratégico, projectando Angola como um parceiro credível, competitivo e integrado na economia global. O Ministério dos Transportes reafirma que as próximas fases do projecto serão conduzidas com elevados padrões de conformidade, disciplina na execução e foco no desempenho, garantindo impacto económico e social duradouro para as comunidades, para o país e para a região.

Sobre o Ministério dos Transportes (MINTRANS)
O Ministério dos Transportes, abreviadamente designado por «MINTRANS», e o Departamento Ministerial auxiliar do Titular do Poder Executivo, que tem por missa o propor a formulação, condução, execução, avaliação e controlo da política do Executivo no domínio dos transportes e logística. O Ministério dos Transportes e o pilar central para a construção de uma Angola mais conectada, competitiva e economicamente dinâmica, sendo responsável por planejar e executar a política que move o país e a sua economia.

Mais informações: www.mintrans.gov.ao
Informações para os Media Ministério dos Transportes Email: Manuel.junior@mintrans.gov.ao

Ministério dos Transportes, Luanda 17 de Dezembro de 2025.

Fonte: MINTRANS
Governo 16-12-2025
CABINDA É O DESTINO DOMÉSTICO COM MAIS FREQUÊNCIAS DE VOO DISPONIBILIZADAS PELA TAAG

Luanda, 15 de Dezembro de 2025: A TAAG Linhas Aéreas de Angola apresenta um desempenho operacional e comercial robusto na rota de Cabinda, conforme validam os registos da operação da Companhia no período de Janeiro a Novembro de 2025. Cabinda afirma-se como o destino
doméstico com maior número de frequências operadas pela TAAG, evidenciando o compromisso da Companhia com a inclusão territorial e a continuidade do serviço público de transporte aéreo.

Com uma média de quatro voos diários, correspondente a 28 frequências semanais, a TAAG transportou 227.857 passageiros na rota de Cabinda entre Janeiro e Novembro de 2025. Este desempenho traduz-se numa média mensal aproximada de 19.918 passageiros, confirmando uma operação regular prestada pela Companhia, em resposta a elevada procura e relevância estratégica desta ligação aérea.

Ao nível da performance operacional, a TAAG registou uma taxa de realização de voos próxima dos 98%, com cancelamentos residuais na ordem dos 2%. Apesar da baixa incidência, a TAAG reconhece o transtorno e o impacto que cada cancelamento pode causar nos planos de viagem dos nossos passageiros.

Os motivos dos atrasos e cancelamentos são múltiplos, estando tipicamente relacionados com razões técnicas, operacionais, meteorológicas, bem como, o grau de operacionalidade do aeroporto de destino, entre outros factores exógenos, como a ruptura na cadeia de fornecimento a nível mundial que afecta diversas companhias aéreas.

Os passageiros que tenham efectuado o check-in e o seu voo tenha sido cancelado, são imediatamente protegidos pela Companhia, com reacomodação prioritária nos serviços seguintes, em estrito cumprimento das normas da IATA – International Air Transport Association.

Em qualquer circunstância, a prioridade absoluta da TAAG é a segurança dos seus passageiros e tripulação, actuando de acordo com as melhores práticas internacionais da indústria da aviação e conformidade com os padrões de safety (segurança operacional).

No âmbito do planeamento de rede e da alocação de frota para a rota de Cabinda, a TAAG opera maioritariamente com aeronaves Boeing 737, com capacidade total para 120 passageiros, adequadas ao elevado volume de tráfego de passageiros e carga.

Em complemento, alguns serviços são assegurados por aeronaves modelo Dash-8 Q400, com capacidade para 74 passageiros, garantindo flexibilidade operacional e eficiência.

No plano global, a TAAG reafirma o seu compromisso contínuo, enquanto Companhia de Bandeira Nacional, com a prestação de um serviço aéreo regular, seguro e fiável, ao serviço do desenvolvimento económico e social de Angola. Reconhecemos, a conectividade doméstica, como
uma condição essencial para a inclusão territorial e resposta consistente às necessidades das populações, das empresas e demais instituições do País.

Fonte: TAAG

mintrans.gov.ao Ministro dos Transportes

Ricardo Daniel Sandão Queirós Viegas D' Abreu



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